28 abril, 2010

Queda de cabelo

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Perder cabelo é normal, mas só até certo ponto: é preciso estar atento aos fios que se soltam porque, quando são demais, podem significar que há o risco de alopécia.
Perder cabelo é natural. Já se sabe que todos os dias nos caem entre 50 a 100 fios, tantos quantos os que chegam ao fim do seu ciclo de vida. É assim que o cabelo se renova, pelo que não há motivo para preocupação.
Aliás, mal damos pelos que ficam pelo caminho, divididos entre os que se desprendem no banho e os que ficam presos na escova. Há alturas, porém, em que nos apercebemos de que caem mais cabelos do que o habitual.
E quando isso acontece de uma forma continuada, o mais provável é que haja um desequilíbrio no couro cabeludo, com mais fios em queda do que emcrescimento. Significa isto que a renovação capilar pode estar ameaçada, ou seja, o cabelo pode começar a rarear nalgumas zonas - é assim a alopécia, mais conhecida por calvície.
Fala-se em alopécia quando o cabelo escasseia ou falta numa determinada região do couro cabeludo ou em todo ele. E são muitas as razões que a explicam.
Desde logo, a hereditariedade: os antecedentes familiares podem determinar aidade em que a queda do cabelo se torna mais acentuada, bem como o padrãoque desenha na cabeça.
A alopécia masculina tem quase sempre esta origem: passa de pais para filhos, ocorrendo mais ou menos na mesma altura da vida. E, quando olhada de cima, a cabeça acaba por evidenciar zonas muito semelhantes em que há pouco ou nenhum cabelo.
Mas os androgéneos (hormonas masculinas, nomeadamente a dihidrotestosterona) tendem a atrofiar os folículos pilosos. Esta alopécia androgénica representa mais de 95% dos casos.
Já nas mulheres a explicação é outra: são as hormonas que mais influenciam a queda de cabelo, que, com frequência, coincide com a menopausa, devido aodeclínio dos estrogéneos.
Estes protegem os folículos da acção dos androgéneos. Alguns contraceptivos (pílula ou outros métodos hormonais) podem causar queda de cabelo em mulheres predispostas, principalmente relacionada com o teor de androgéneos desse método. Quanto maior for o teor maior o risco.
Homens e mulheres partilham outros factores de risco, entre eles doenças como o lúpus e a diabetes e medicamentos como os utilizados em tratamentos psiquiátricos, nomeadamente os antidepressivos, ou oncológicos.
Aliás, é bem conhecida a queda de cabelo como consequência daquimioterapia, na luta contra o cancro - neste caso, a alopécia é temporária.
Na mesma balança de causas pesa igualmente o stress, devido à acção dos radicais livres, moléculas instáveis que prejudicam as células saudáveis (e que são, por exemplo, um dos responsáveis pelo envelhecimento prematuro dapele).
E há ainda que contar com a queda de cabelo provocada pelo comportamento: é o que acontece a quem sofre de tricotilomania, uma desordem em que o doente puxa o seu próprio cabelo com tal persistência e força que o arranca, podendo destruir os folículos capilares e abrir uma clareira numa qualquer zona do couro cabeludo.
A responsabilidade pela fragilidade do cabelo pode ser também atribuída aoambiente, nomeadamente à exposição excessiva ao calor, aos componentes químicos dos produtos usados na higiene capilar, ao atrito causado pelo uso intensivo de adornos e por penteados demasiado elaborados.

 
 
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